Se antes, quando pensávamos em
revolução, a primeira coisa que vinha a cabeça era pessoas reunidas em um local
público, bandeiras e gritos de ordem, atualmente a figura se modifica com o
crescimento do acesso da população mundial aos computadores e a internet. As revoluções ganham adeptos e se propagam com
mais facilidade quando se utilizam de meios de comunicação digital.
As revoluções da atualidade
utilizam sites, blogs, facebook, twitter, youtube e outras infinidades de
portais que hoje grande parte das pessoas tem acesso gratuito. Diferente de
grandes movimentos sociais, como na década de 60 contra a guerra do Vietnã, os
movimentos de hoje são mais feitos por grupos pequenos e, ainda sim, causam
bastante alarde.
Em 2011 o mundo assistiu vários
exemplos das chamadas “novas revoluções” que aconteceram a moda antiga, mas
usaram a internet e as redes sociais para propagação de idéias e articulação.
Exemplo disso foi o Occupy Wall Street
em New York que ocorreu no melhor estilo faça-você-mesmo na Grécia e com
versões mais tímidas no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
Faça você sua revolução em 5 passos
- Use redes sociais – faça post diários. Utilize as várias ferramentas que o site ou rede social pode propiciar;
- Não fique somente esperando clicks- um movimento social pode encontrar adeptos nas redes, mas para que tenha fundamento ainda são necessárias reuniões e fórun;
- Organização – Segmente seu público alvo. Atirar para todos os lados vai acabar irritando muita gente;
- Acredite na causa – não basta escolher qualquer causa ou somente que esta na “moda” é preciso que você acredite na luta, para passar verdade e emocionar seus seguidores;
- Escolha a pessoa certa – Faça uma analise e busque pessoas influentes que possam aderir ao seu movimento “chamando” mais seguidores.
Fonte: Revista Galileu

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